Passagem de ano 2012
Quinta, 29 Dezembro 2011
22H30: Tertúlia Trad | DJ folk Mati@s
Sexta, 30 Dezembro 2011
16H00: Oficina de Danças do Mundo | Monica Savá
17H30: Oficina de Danças Francesas | Isabelle Guerbigny
21H30: Projecção de documentários
21H30: Muito Riso, Muito Siso | Luís Fernandes - d'Orfeu
22H00: Baile - Duo Sophie Cavez Baltazar Montanaro
24H00: Baile - Omiri
Sábado, 31 Dezembro 2011
15H00: Oficina de Danças Francesas II | Isabelle Guerbigny
15H00: Oficina de Danças da Europa
16H30: Oficina de Danças do Mundo II | Monica Savá
16H30: Oficina de Danças Portuguesas | Matias
16H00: Oficina de Música Ensemble | Helena Reynolds
18H00: FROL
21H30: Projecção de documentários
22H00: Azalea
22H30: Baile - Tanira
24H00: Baile - Duo Sophie Cavez Baltazar Montanaro
- Duo S. Cavez - B. Montanaro
- Tanira
- Omiri
Un Castagnari 3 rangs 18 basses en noyer, en sol do et accord demi swing pour l'une.
Une influence musicales par son célèbre père, picturale par sa mère, une âme de dessinateur de BD et de poète pour l'autre...
Secouez ces raisons d'être et laissez reposer.
Il ne faut pas longtemps au diatonique de Sophie et au violon de Baltazar pour produire de belles étincelles dans la plus grande décontraction et avec un naturel déconcertant.
Ils impressionnent par leur écoute, leur générosité et leur savoir-faire.
Os Tanira são uma banda portuguesa de folk, um caldeirão onde se fundem ainda outras sonoridades como o rock e as músicas do mundo, produto das diferentes influências e experiências musicais dos seus elementos. Criada em 2006, a actual formação divide-se por instrumentos como a voz, o violino, bouzouki, flautas, uilleann pipe (gaita irlandesa), percussão e bateria.
O repertório é principalmente composto por originais em português, havendo ainda espaço para recolhas do cancioneiro ibérico, como é o caso de “Pedro y bien te Quiero”, do castelhano Cancioneiro do Palácio (Séc. XV), adaptações de temas tradicionais e de temas de outros projectos de referência do folk europeu.
Ao longo de cinco anos de amadurecimento musical e coesão, forjados na estrada, os Tanira tiveram o privilégio de actuar em palcos marcantes, nacionais e estrangeiros, de onde se destacam os festivais Granitos Folk (Porto), Andanças (S. Pedro do Sul), onde actuaram por três anos consecutivos, Entrudanças (Castro Verde), Arredas Folk (Barcelos), Eco Fest (Odeceixe), Musicbox (Lisboa), Festival Máscara Ibérica (Rossio, Lisboa e Zamora, Espanha) e no festival de música tradicional “Sur La Route des Parquets” (La Rochelle, França).
Os Tanira encontram-se a gravar o seu primeiro álbum de originais, intitulado “Contos da Febre”.

Omiri é um dos mais originais projectos de reinvenção da música tradicional portuguesa.
Para reinventar a tradição, nada melhor que trazer para o próprio espectáculo os verdadeiros intervenientes da nossa cultura; músicos de todo o país a tocar e a cantar como se fizessem parte de um mesmo universo. Não em carne e osso mas em som e imagem, com recolhas realizadas por Tiago Pereira, transformadas e manipuladas em tempo real, servindo de base para a composição e improvisação musical de Vasco Ribeiro Casais.
Também se propõe um baile onde todos os temas tocados são dançáveis, segundo o ritmo e o balanço das danças tradicionais e não só (Repasseados, Drum’n’base, Malhões, Viras, Break Beat, Corridinhos...).
Omiri é, acima de tudo, remix, a cultura do século XXI, ao misturar num só espectáculo práticas musicais já esquecidas, tornando-as permeáveis e acessíveis à cultura dos nossos dias, isto é, sincronizando formas e músicas da nossa tradição rural com a linguagem da cultura urbana.
Em Omiri a música e cultura portuguesa é rica e gosta de si própria.
